Artigo em periódico
Fonte: InCantare, ___(edição)___, 2017
Transform-art. Uma experiência comunitária nas ruas da vida
Carolina Vargas Agudelo, Leonardo Morales
Palavras-chave
Resumo
Um dos campos de ação da musicoterapia é o trabalho com populações em situação de vulnerabilidade social, como com os moradores de rua, que apresentam problemáticas como o consumo de substancias psicoativas, situação caracterizada como multicausal e que requer abordagem diferencial de acordo com as dinâmicas dessa população. Por essa razão se formulou esta investigação de caráter qualitativo, que busca entender, por meio de entrevista individual, os beneficios atingidos na história de vida dos participantes, por meio da intervenção da musicoterapia comunitária. Foram realizados uma série de encontros, desde o mês de fevereiro de 2016 a maio de 2017, uma vez por semana, com duração de duas horas, com os participantes. Nos encontros foram utilizados diferentes sons, o corpo, a voz, a música e instrumentos musicais, dentro de um espaço comunitário voltado para melhorar a qualidade de vida, reabilitar e contribuir para a reinserção da pessoa à sociedade por meio da construção de um processo de inclusão social. A consolidação gradual dos participantes como comunidade e a implantação e desenvolvimento de atividades por meio da arte, contribuiu para a transformação nas histórias de vida das pessoas que se vincularam ao espaço e que nele acharam um ponto de encontro com as necessidades compartilhadas do grupo e a geração de recursos de enfrentamento das adversidades diárias e que se associam à problemática de consumo.
Transform-art. Una experiencia comunitaria de las calles a la vida
Uno de los campos de acción de la musicoterapia es el trabajo con poblaciones en situación de vulnerabilidad social, tal como el fenómeno de habitantes de la calle que presentan problemática de consumo de sustancias psicoactivas, catalogada como multicausal y requiriendo un abordaje diferencial, de acuerdo con las dinámicas itinerantes que posee esta población. Es por ello, que se formula esta investigación de orden cualitativo, que busca responder a los beneficios que ha tenido la musicoterapia comunitaria en las historias de vida de los y las participantes, a través de entrevista individual. Se establecen una serie de encuentros desde el mes de febrero del año 2016 hasta mayo de 2017, una vez por semana, con una intensidad de 2 horas con los y las participantes. En los encuentros se utilizaron diferentes sonidos, el cuerpo, la voz, la música e instrumentos musicales, dentro de un espacio comunitario encaminado a mejorar la calidad de vida, rehabilitar y contribuir a la reincorporación de la persona hacia la sociedad por medio de la construcción de un proceso de inclusión social. La consolidación gradual de los participantes como comunidad y la implementación y desarrollo de actividades a través del arte, han contribuido a las transformaciones en las historias de vida de las personas que se vinculan al espacio, encontrando en él un punto de encuentro con las necesidades compartidas del grupo y la generación de recursos de afrontamiento ante las adversidades que se presentan a diario y que están asociadas a su problemática de consumo.
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