Artigo em periódico
Fonte: InCantare, ___(edição)___, 2018
Avaliação do equilíbrio estático em jovens com deficiência visual
Carlos Fernando França Mosquera, Suellen da Costa Souza, William Cordeiro de Souza, Anne C.S.G. Nascimento, Anita Helena Schlesener
Palavras-chave
Resumo
A deficiência visual é definida como perda total ou parcial da visão, podendo ser congênita ou adquirida, provocada por doença como: toxoplasmose, retinopatia, glaucoma, catarata, oftalmia neonatal, traumatismos, entre outras ou ainda, por causas desconhecidas. É classificada em baixa visão ou visão subnormal e cegueira. De acordo com Smith (2008) e Oliveira et al (2000), pessoas com baixa visão podem ter eficiência no funcionamento visual, para isso, alguns fatores devem ser considerados, como o grau de acuidade visual, o uso da visão periférica (quando existente), e a etiologia da deficiência visual. A baixa visão e a cegueira provocam na maioria das vezes um desequilíbrio nos deslocamentos dessas pessoas, como afirma a literatura, mas nem sempre estas informações são unânimes nas investigações científicas. Sabendo disso, traçamos como objetivo do trabalho a avaliação do perfil psicomotor (equilíbrio estático) de crianças entre 06 e 14 anos com baixa visão (n=16)(GE) e sem a baxa visão (n=26)(GC), usando dois testes de equilíbrio estático para reconhecer potencialidades e as dificuldades das crianças e comparando os resultados dos testes dos dois grupos. A opção pelos testes, decorre da facilidade de aquisição dos materiais, bem como o baixo custo para adquiri-los. Pode-se executar esses testes em qualquer espaço físico, por isso a escolha de um método prático e viável. Em nossa pesquisa, a baixa visão não representou de forma acurada a efetiva causa de desequilíbrios estáticos. Mas sim, podemos constatar que, crianças na faixa etária avaliada que exercitam-se extracurricular, obtém um melhor equilíbrio estático dos jovens que não se exercitam.
Evaluación del equilibrio estático en los jóvenes condiscapacidad visual
La discapacidad visual se define como pérdida total o parcial de la visión, pudiendo ser congénita o adquirida, provocada por enfermedad como: toxoplasmosis, retinopatía, glaucoma, catarata, oftalmía neonatal, traumatismos, entre otras o por causas desconocidas. Se clasifica en baja visión o visión subnormal y ceguera. De acuerdo con Smith (2008) y Oliveira et al. (2000), las personas con baja visión pueden tener eficiencia en el funcionamiento visual, para ello, algunos factores deben ser considerados, como el grado de agudeza visual, el uso de la visión periférica (cuando existe) y la etiología de la baja visión. La baja visión y la ceguera provocan, la mayoría de las veces, un desequilibrio en los desplazamientos de esas personas, como afirma la literatura, pero no siempre estas informaciones son unánimes en las investigaciones científicas. Sobre esto, trazamos un objetivo del trabajo con el perfil psicomotor (equilibrio estático) de niños entre 6 y 14 años con baja visión (n = 16) (GE) y sin la baja visión (n = 26) (GC), utilizando dos pruebas, de equilibrio estático para reconocer el potencial y las dificultades de los niños y comparando los resultados de las pruebas de los dos grupos. La opción por las pruebas, deriva de la facilidad de adquisición de los materiales, así como el bajo costo para adquirirlos. Se pueden realizar estas pruebas en cualquier espacio físico, por lo que se opta la elección de un método práctico y viable. En nuestra investigación, BV no representó de forma precisa la efectiva causa de desequilibrios estáticos. Pero sí, podemos constatar que, niños en la franja etaria evaluada que se ejercitan extracurricular, obtienen un mejor equilibrio estático de los jóvenes que no se ejercitan.
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