Painel/Simpósio

Fonte: Congresso da ANPPOM, ___(edição)___, 2013

Uma proibição, dois sentidos: considerações sobre duas versões da canção “E daí? (proibição inútil e ilegal)”

Adelcio Camilo Machado, Sheyla Castro Diniz

Resumo

Em 1974, o cantor e músico Jards Macalé lança seu disco Aprender a nadar, no qual apresenta oito faixas de sua autoria (a maioria com parceiros) e outras oito canções de diferentes compositores. Dentre essas versões, destaca-se “E daí? (proibição inútil e ilegal)”, de Miguel Gustavo, gravada originalmente por Isaura Garcia em 1959. Através de uma análise comparativa entre a gravação original e a de Macalé, busca-se perceber de que maneira o cantor se apropriou de um samba de temática amorosa para transformá-lo em uma denúncia de sua própria situação histórica.

One prohibition, two senses: considerations on two versions of the song “E daí? (proibição inútil e ilegal)” [“So what? (unnecessary and illegal prohibition)”]

In 1974, the singer and musician Jards Macalé released his album Aprender a nadar [Learning how to swim], in which he shows eight tracks of his own (most of them composed with partners) and plus eight songs from other composers. Among these lasts, we will highlight Miguel Gustavo’s “E daí? (proibição inútil e illegal)” [“So what? (unnecessary and illegal prohibition)”], originally recorded by Isaura Garcia in 1959. Through a comparative analysis between the original recording and the one of Macalé, we seek to notice in which ways the singer has used a samba of love theme to turn it into a complaint of his own historical situation.

Seguir para site externo

Seu navegador será reencaminhado para a fonte do documento, porque o Amplificar não mantem cópias das referências. Caso o texto não seja carregado, por favor me notifique que ele está fora do ar e consulte sua disponibilidade no site oficial da fonte.