Comunicação oral

Fonte: Seminário de Pesquisa em Música, ___(edição)___, 2015

Transcrição: uma breve análise etimológica e contextualização do papel do transcritor

Luís Cláudio Cabral da Silveira Ranna, Eduardo Meirinhos

Resumo

O ato de transcrever obras foi tratado por vezes de forma pejorativa e confusa pelos verbetes e dicionários especializados no decorrer da história, de forma a influenciar na compreensão do que consiste o fazer artístico de transcrever. Utilizaremos da coleta de dados etimológicos de Pedro Rodrigues para ampliar a discussão desenvolvida por Flávio Barbeitas sobre a desvalorização do status quo do transcritor na contemporaneidade, com complementações de cunho semiótico e filosófico de Umberto Eco e Martin Heidegger sobre a compreensão e competências do fazer artístico de transcrever em contextualização com os conceitos de obra, autoria e interpretação. Por fim discutiremos os argumentos opositores à transcrição em contraposição aos paradigmas abordados.

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