Artigo em periódico

Fonte: Música Hodie, ___(edição)___, 2019

Transcoding the I Ching as Composition Techniques in Chou Wen Chung, Zhao Xiaosheng and Chung Yiu Kwong

Ke Xue, Fung Ying Loo

Resumo

Composers such as Chou Wen Chung, John Cage, Zhao Xiaosheng, Chen Yi, Isang Yun, Chung Yiu Kwong and Fang Xiaomin are among the many who have been inspired by the idealism of the I Ching or Book of Change, which embodies mathematics, philosophy, astronomy and divination. In this paper, three Western trained composers, Chou Wen Chung, Zhao Xiaosheng and Chung Yiu Kwong, who are the figures of Chinese new music with the manners of overseas Chinese domain, China mainland and Hong Kong-Taiwan respectively, transformed the I Ching as three new compositional systems on their different understandings. This article explains the basic principles of three works and how the composers decoded and transcoded the mystical hexagrams from an ancient metaphysical calculation of Chinese science into music. The analysis shows how the I Ching was applied as a musical theory based on different readings of the 64 hexagrams and aesthetic differences. In addition, there are similarities and differences among three works that shows a development from Chou’s initiation, Zhao’s innovation, and consequently Chung’s complexity in their compositional design. As a summary, aesthetic and musical stylistic differences are obvious due to the three composers’ musical background, although all three works demystify an ancient philosophy through creation of compositional theories. Zhao’s work witnessed individuality compared to Chou’s “borrow” and Chung’s “transplant.”

Transcodificando o I Ching como Técnicas de Composição em Chou Wen Chung, Zhao Xiaosheng e Chung Yiu Kwong

Compositores como Chou Wen Chung, John Cage, Zhao Xiaosheng, Chen Yi, Isang Yun, Chung Yiu Kwong e Fang Xiaomin estão entre os muitos que se inspiraram nas ideias do I Ching, ou Livro das Mutações, que incorpora filosofia, matemática, astronomia e divindade. Nesse trabalho, três compositores treinados no Ocidente, Chou Wen Chung, Zhao Xiaosheng e Chung Yiu Kwong, e que são as figuras que se destacam na nova música chinesa, no exterior, na China continental, em Hong Kong e em Taiwan, respectivamente, transformaram o I Ching em três novos sistemas de composição, cada um à sua maneira. Esse artigo explica os princípios básicos dos três composições e como eles decodificaram e transformaram os hexagramas místicos, que são provenientes de um cálculo metafísico da ciência chinesa, em música. Essa análise mostra como o I Ching foi aplicado como uma teoria musical baseada nas diferentes maneiras de ler os 64 hexagramas e seus diferentes estilos. Além disso, as semelhanças e diferenças entre os três trabalhos mostram o desenvolvimento da iniciação de Chou, a inovação de Zhao e, consequentemente, a complexidade de Chung em suas composições. Em resumo, as diferenças de estilos estéticos e musicais são óbvias, levando em consideração a experiência musical dos três compositores, embora as três obras desmistifiquem uma antiga filosofia através da criação de teorias composicionais. O trabalho de Zhao lidou com a individualidade, quando comparado ao “empréstimo” trabalhado por Chou e ao “transplante” trabalhado por Chung.

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