Artigo em periódico

Fonte: Revista Música, ___(edição)___, 2021

Tradição e inovação: uma análise musical da obra Mutationen VI de Claudio Santoro

Ana Leticia Crozetta Zomer, Adriana Lopes da Cunha Moreira

Resumo

Relacionada contextualmente com o percurso da música brasileira do século XX, a obra Mutationen VI, para violino e fita magnética, composta por Claudio Santoro em 1972, caracteriza-se pelo uso do que o próprio compositor chama de “aleatório controlado”. A análise da obra relaciona os aspectos pertinentes à notação musical não-tradicional – através dos trabalhos de Gould (2011), Strange e Strange (2001), Dourado (1998) e Stone (1980) – às “estratégias de invariância” (Costa, 2009; 2018). A articulação de processos aparentemente díspares, como o dodecafonismo, técnicas tradicionais e estendidas ao instrumento e a gravação da parte eletroacústica pelo próprio intérprete são exploradas e expostas neste trabalho.

Tradition and innovation: a music analysis of Mutationen VI by Claudio Santoro

Contextually related to the path of twentieth-century Brazilian music, the work Mutationen VI for violin and magnetic tape, composed by Claudio Santoro in 1972, is characterized by the use of what the composer himself calls “controlled aleatory”. The analysis relates the pertinent aspects to non-traditional musical notation – through the works of Gould (2011), Strange and Strange (2001), Dourado (1998) and Stone (1980) – to “invariance strategies” (Costa, 2009; 2018). The articulation of apparently disparate processes, such as dodecaphonism, traditional techniques and extended ones to the instrument, and the recording of the electroacoustic part by the interpreter himself are explored and exposed in this paper.

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