Artigo em periódico

Fonte: Música Hodie, ___(edição)___, 2019

The poetry of being Present! An analysis of Transcendental thought in the work of Stuart Saunders Smith

José Augusto Duarte Lacerda

Resumo

New England composer Stuart Saunders Smith (1948) is immersed in a milieu that echoes the American Transcendentalist movement. Transcendentalist figures, like Emerson and Thoreau, discussed notions also emphasized by Smith’s: autonomy, intuition, experience, self-reliance, self-actualization, pacifism, and a claim that each person is part of a single universal spirit—Oneness. This article focuses on how such notions reflect in Smith’s compositional process and how two particular aspects, pacifism and Oneness, reflect in the music that emerges from this process. In Smith’s compositional process, experience, “filtered” through intuition, is more important than pre-compositional systems. Therefore, his work is seen as antithetical to formalism. Oneness is achieved by leveling the roles of composer, performer, and audience. This procedure appears particularly in his trans-media systems, mobile compositions, and co-existence pieces. Pacifism emerges in his use of intricate rhythms. These stances suggest Smith’s music as part of a lineage of thought that traces back to the Transcendentalists: the idea of facing tradition critically while upholding free agency as the primary source of artistic creation.

O compositor da Nova Inglaterra, Stuart Saunders Smith (1948), está imerso em um ambiente que ecoa o movimento Transcendentalista americano. Figuras Transcendentalistas, como Emerson e Thoreau, discutiram noções também enfatizadas por Smith: autonomia, intuição, experiência, autoconfiança, autorrealização, pacifismo e uma afirmação de que cada pessoa é parte de um único espírito universal – Unidade. Este artigo enfoca como essas noções refletem no processo de composição de Smith e como dois aspectos particulares, o pacifismo e a Unidade, refletem na música que emerge desse processo. No processo de composição de Smith, a experiência “filtrada” pela intuição é mais importante que quaisquer sistemas pré-composicionais. Portanto, seu trabalho é visto como antitético ao formalismo. A Unidade é alcançada nivelando os papéis de compositor, performer e público. Este procedimento aparece particularmente em seus sistemas transmídia, composições móveis e peças de coexistência. O pacifismo surge no uso de ritmos intricados. Essas posturas sugerem a música de Smith como parte de uma linhagem de pensamento que remonta aos Transcendentalistas: a crítica à tradição, e a livre agência como a fonte primária da criação artística.

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