Artigo em periódico
Fonte: Música em Contexto, ___(edição)___, 2017
Real Camels, Unreal Monkeys, and Man Made Sound: an elaboration on the context of curiosity
Gisa Jähnichen
Palavras-chave
Resumo
This exploration of how a specific environment shapes research is to remind ourselves of some core tasks of academic thinking. I am an academician. Academicians are given space, time, and often material support to do what they are meant to do. On the one hand, it is surely a shame how academicians are often devalued by non-academic decisions and bureaucratic actions even in the most developed and supposedly civilized societies. On the other hand, as it is challenging to become an academician, many of us may think that the material support has already been earned just by being an academician thus not showing much commitment to engage with further research activities. This is a fruitless approach, a dead end. Support in whatever shape is always a credit given based on trust and hope into one’s own intrinsic capacity for curiosity. It is not usually given through an official institution or awarding body. I think, no authority or religious belief can ever completely eradicate a sense of adventurous curiosity among people all over the world. Surely, only a few dare to satisfy it. Therefore, despite the real dimensions of supportive behavior practiced in institutions, universities, or families, the credit given in advance is in any case an investment in the betterment of life, in the creation of knowledge or of tools to gain knowledge, that facilitate understanding even of some seemingly useless matters and their potential application. Notwithstanding analyzing some patterns of contemporary research idealism (Cacioppo et al, 1996), the story is about some very simple observations on the fringe of a journey into the center of the Asian continent, into a city that is in each direction more than 5000 km from the sea: Urumqi and its surroundings. The journey took place 10 years ago and with this time distance and the experiences of later encounters, some humble questions can be raised that will help to individualise and also broaden a historical understanding of communications between man and beast. I start with my report.
Esta investigação de como um ambiente específico molda a pesquisa serve para lembrar-nos de algumas tarefas básicas do pensamento acadêmico. Sou uma acadêmica. Os acadêmicos recebem espaço, tempo e, muitas vezes, suporte material para fazer o que eles devem fazer. Por um lado, certamente é uma pena que os acadêmicos sejam muitas vezes desvalorizados por decisões não-acadêmicas e ações burocráticas, mesmo nas sociedades mais desenvolvidas e, supostamente, civilizadas. Por outro lado, como é um desafio tornar-se um acadêmico, muitos de nós pode pensar que a ajuda material é merecida apenas por ser um acadêmico, não mostrando muito compromisso em participar de atividades de pesquisa adicionais. Esta é uma abordagem infrutífera, um beco sem saída. A ajuda em qualquer forma é sempre um crédito dado com base na confiança e esperança na própria capacidade intrínseca de ser curioso. E essa capacidade não é obtida por meio de uma instituição oficial ou de financiamento. Eu acredito que nenhuma autoridade ou crença religiosa pode erradicar completamente a sensação de curiosidade aventureira entre pessoas de todo o mundo. Certamente, apenas alguns se atrevem a satisfazê-la. Portanto, apesar das dimensões reais do apoio praticado por instituições, universidades ou famílias, o crédito antecipado é, em qualquer caso, um investimento no melhoramento da vida, na criação de conhecimento ou de ferramentas para obter conhecimento, que facilitem a compreensão mesmo de algumas questões aparentemente inúteis e sua potencial aplicação. Apesar de analisar alguns padrões de idealismo da pesquisa contemporânea (Cacioppo et al, 1996), a história é sobre algumas observações muito simples à margem de uma viagem ao centro do continente asiático, em uma cidade que é, em cada direção, mais de 5000 km do mar: Urumqi e seus arredores. A viagem ocorreu há 10 anos e, com essa distância temporal e as experiências de encontros posteriores, algumas questões humildes podem ajudar a individualizar e também ampliar uma compreensão histórica das comunicações entre homens e animais. Eu começo com meu relatório.
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