Artigo em periódico
Fonte: Revista Música, ___(edição)___, 2020
Perspectives on Beethoven’s Middle and Late Periods: Developments in his Writing for Cello in the Op. 69 and Op. 102 Sonatas
Elise Barbara Pittenger
Palavras-chave
Resumo
This article explores the developments in Beethoven’s writing for the cello in the Op. 69 and Op. 102 sonatas, with the premise that they reflect the overall shift in his style from his Middle to Late Periods. In order to place the cello sonatas in context, the traditional framing of Beethoven’s work into three phases is described and well as the current state of cello writing at the turn of the century. The cello part in the Op. 69 sonata is then discussed, with attention to the role of the cello as compared to the piano and to the interaction between the two instruments. The Op. 102 sonatas are presented, also with attention to the interaction between the instruments. The suggestion is made that these sonatas illustrate Beethoven’s increasingly radical treatment of form, a treatment that results in challenging instrumental writing that, while not as gratifying as that of his Middle Period, nonetheless allows him to attain a new kind of expressivity as well as formal complexity.
Perspectivas sobre a Segunda e Terceira Fase de Beethoven: Desenvolvimentos em sua Escrita para Violoncelo nas Sonatas Op. 69 e Op. 102
Este artigo explora o desenvolvimento na escrita de Beethoven para o violoncelo nas sonatas Op. 69 e op. 102, mostrando que elas refletem a mudança geral em seu estilo, da Segunda para Terceira Fase de sua obra. Para entendermos as sonatas para violoncelo neste contexto, inicialmente é descrito o enquadramento tradicional da obra de Beethoven em três fases, bem com o o estado da escrita para violoncelo na virada do século. Em seguida, discute-se a parte do violoncelo na sonata Op. 69, com atenção a seu papel em relação ao piano e à interação entre os dois instrumentos. As duas sonatas Op. 102 são apresentadas, também com atenção à interação entre os instrumentos. Conclui-se que estas duas últimas sonatas ilustram o tratamento cada vez mais radical de Beethoven sobre a forma, um tratamento que resulta em uma escrita instrumental desafiadora, não tão gratificante quanto a de sua Segunda Fase, mas que lhe permite atingir um novo tipo de expressividade e uma maior complexidade formal.
Seu navegador será reencaminhado para a fonte do documento, porque o Amplificar não mantem cópias das referências. Caso o texto não seja carregado, por favor me notifique que ele está fora do ar e consulte sua disponibilidade no site oficial da fonte.