Artigo em periódico

Fonte: Música Hodie, ___(edição)___, 2015

Musicoterapia em medicina: uma tecnologia leve na promoção da saúde – a dança nas poltronas!

Lia Rejane Mendes Barcellos

Resumo

Este artigo apresenta a música como uma tecnologia leve, empregada como elemento terapêutico num contexto médico: a “Musicoterapia em Medicina”, e faz a diferença entre esta e a “música em medicina”. Evidencia a potência da música, a questão da previsibilidade e imprevisibilidade musicais na música empregada em musicoterapia, as experiências musicais mais utilizadas pelos pacientes e as técnicas musicoterapêuticas mais adequadas para esse tipo de atendimento: a recriação musical e, principalmente, assinala o valor da “composição assistida” para a expressão de conteúdos internos. Por fim, considera a força da música, em especial do ritmo, que impulsiona o movimento, levando enfermeiros e pacientes a dançarem, ainda que os últimos estivessem parcialmente imobilizados pela ligação à máquina de diálise.

Music therapy in medicine: a soft technology in the health promotion – the dance on the couches!

This paper presents music as a soft technology, employed as a therapeutic element in a medical context: “Music therapy in Medicine”, and highlights the difference between that one and “Music in Medicine.” Shows the power of music, the issue of musical predictability and unpredictability in the music employed in music therapy, the most used musical experiences by the patients and the music therapy techniques more employed in these contexts: musical re-creation and, mainly, points out the relevance of the “assisted composition”, facilitating the expression of internal contents. Finally, considers the strength of music, in particular from rhythm as an “impeller” of movement, leading nurses and patients to dance, even the last were partially unable to move, due to the binding with the dialysis machine.

Musicoterapia en medicina: una tecnologia blanda en la promoción de la salud – la danza de los sillones!

Este artigo presenta la música como una ‘tecnología blanda, empleada como un elemento terapéutico en un contexto médico: “musicoterapia en medicina”, y enfatiza la diferencia entre esta y la “música en medicina”. Evidencia la potencia de la música, la cuestión de la previsibilidad e imprevisibilidad musicales en la música empleada en musicoterapia, las experiencias musicales más utilizadas por los pacientes y las técnicas musicoterapéuticas más adecuadas para este tipo de terapia: la re-creación musical y, principalmente, señala el valor de la “composición asistida” para la expresión de contenidos internos. Por fin, considera la fuerza de la música, en especial del ritmo, que impulsa el movimiento, llevando enfermeros y pacientes a danzar, aun que los últimos estuvieron parcialmente inmovilizados por la ligación a la máquina de diálisis.

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