Artigo em periódico
Fonte: Revista Brasileira de Musicoterapia, ___(edição)___, 2021
Musicoterapia, gênero e sexualidade: perspectivas acerca da população LGBTQ+ no pensar e fazer musicoterapêutico
Wagner Junio Ribeiro, Frederico Gonçalves Pedrosa, Verônica Magalhães Rosario
Palavras-chave
Resumo
Embora se perceba uma crescente consciência dos aspectos contextuais e políticos da musicoterapia, as discussões sobre sexualidades e gênero não-heterossexuais permanecem à margem. Esta pesquisa fez uma Revisão Integrativa da literatura sobre o tema de maneira a 1)indicar as possíveis limitações impostas pela matriz heteronormativa nos atendimentos em musicoterapia; 2) discutir se é possível uma prática mais afirmativa no atendimento a pessoas LGBTQ+ em musicoterapia e 3) sugerir como essa prática poderia se estender para além de questões de gênero e sexualidades. Diante disso, verificou-se que as maiores implicações relacionadas às pessoas LGBTQ+ na musicoterapia, são provenientes da replicação das estruturas opressivas, excludentes, seja dentro ou fora do setting musicoterapêutico e que a ideia de uma ação anti-opressiva é a abordagem que direciona melhores práticas para esta população.Concluímos a necessidade que as diversidades de gênero e sexualidade, bem como as relações interseccionais, sejam por mais vezes pautadas nas produções literárias e que estas abordagens possam ser implementadas na formação de profissionais musicoterapeutas, a fim de promover uma formação anti-opressiva, inclusiva e orientada para a justiça social.
Music therapy, gender and sexuality: perspectives on the LGBTQ+ population in the thinking and doing Music Therapy
Although there is a growing awareness of the contextual and political aspects of music therapy, discussions about non-heterosexual sexualities and gender remain on the side lines. This research carried out na Integrative Review of the literature on the subject in order to 1) indicate the possible limitations imposed by the heteronormative matrix in the attendance in music therapy; 2)to discuss whether a more affirmative practice in the care of LGBTQ+ people in music therapy is possible and 3) how this practice could extend beyond gender and sexuality issues. In light of that,it was found that the biggest implications related to LGBTQ+people in music therapy, come from the replication of oppressive, excluding structures, whether inside or outside the music therapy setting and that the idea of na anti-oppressive action is the approach that directs better practices for this population. We conclude the need for gender and sexuality diversities, as well as inter sectional relationships, to be guided more often in literary productions and that these approaches can be implemented in the training of music therapist professionals, in order to promote anti-oppressive training, inclusive and oriented towards social justice.
Musicoterapia, género y sexualidad: perspectivas sobre la población LGBTQ+ en musicoterapia pensando y haciendo
Aunque existe una conciencia creciente de los aspectos contextuales y políticos de lamusicoterapia, las discusiones sobre las sexualidades no heterosexuales y el género permanecen almargen. Esta investigación realizó una revisión integradora de la literatura sobre el tema com elfin de 1) señalar las posibles limitaciones que impone la matriz heteronormativa em el cuidado dela musicoterapia; 2) discutir si es posible una práctica más afirmativa em el cuidado de personasLGBTQ+ en musicoterapia y 3) cómo esta práctica podría extenderse más allá de las cuestionesde género y sexualidad. Por lo tanto, se encontró que las mayores implicaciones relacionadas comlas personas LGBTQ+ em la musicoterapia provienen de la replicación de estructuras opresivas yexcluyentes, ya sea dentro o fuera de lo cenario de la musicoterapia, y que la idea de unaacciónanti-opresiva es el enfoque. que mejor orienta las prácticas para esta población. Concluimosla necesidad de que las diversidades de género y sexual, así como las relaciones interseccionales,se basen más a menudo em producciones literarias y que estos enfoques pueden implementarseem la formación de musicoterapeutas profesionales para promover una formación antiopresiva,inclusivo y orientado a la justicia social.
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