Artigo em periódico
Fonte: Revista Vórtex, ___(edição)___, 2017
Música como ação
William Teixeira, Silvio Ferraz
Palavras-chave
Resumo
A música é uma coisa, um objeto, uma entidade, um processo? Este artigo busca definir a música como ação, entendendo sua ontologia a partir de critérios baseados na responsabilidade de um autor. Para tal, parte de uma breve revisão das principais definições já cunhadas, desde a Grécia Antiga até o século XX, buscando a compreensão das implicações que cada conceito tinha na prática musical proposta por seus autores. Por fim, alguns postulados do filósofo norte-americano Nicholas Wolterstorff são tomados como base para um exame dos tipos de ação envolvidos no fazer musical, conduzindo à tentativa de uma proposta final de definição.
Music as Action
Is music a thing, an object, an entity, a process? This paper aims to define music as action, understanding its ontology based on criteria based upon the responsibility of an author. For this, it begins reviewing the main definitions already minted, from Ancient Greece to the Twentieth Century, seeking to understand the implications that each concept had in the musical practice proposed by its authors. Finally, some postulates from the American Philosopher Nicholas Wolterstorff are taken as basis for an examination of the types of action involved in musical making, leading to an attempt of a ultimate proposal of definition.
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