Comunicação oral
Fonte: Congresso Internacional da ABRAPEM, ___(edição)___, 2016
London Carapé de Agustín Barrios: algumas questões contextuais e métricas
Carlos Alfeu Guerra Gomes, Flávio Terrigno Barbeitas
Palavras-chave
Resumo
Este trabalho é parte de pesquisa de mestrado, em fase de conclusão, relacionada ao tema da Performance Informada e entre cujos objetivos está propor uma edição comentada das peças Danza Paraguaya (1926), ¡Jha, che valle! (1923) e London Carapé (1909), de Agustín Barrios (1885-1944). Esta comunicação inicialmente apresenta a origem e alguns elementos musicais e coreográficos relativos à dança paraguaia London Carapé, matriz para a peça aqui investigada. Em seguida, será analisado o arranjo de Barrios para London Carapé, a partir das edições de Stover (1979) e de Benites (1977), nos seguintes aspectos: relação arranjador/edições, fórmula de compasso, figuras rítmicas, melodia e forma. Concluiu-se que a publicação desta peça pelos principais revisores da obra de Barrios (Stover e Benites) não solucionou devidamente a intrincada questão da fórmula de compasso da música paraguaia, talvez pela falta de atenção ao contexto da dança que serviu de base para a composição.
London Carapé by Agustin Barrios: some contextual issues and metrics
This paper is part of master's research, nearing to finish, related to the theme of Informed Performance and among whose objectives is to propose a commented edition of the pieces Danza Paraguaya (1926), ¡Jha, che valle! (1923) and London Carapé (1909), by Agustín Barrios (1885-1944). This article first presents the origin and some musical and choreographic elements of the paraguayan dance London Carapé, base for the part here investigated. Then the arrangement by Barrios for London Carapé will be analyzed starting the edition of Stover (1979) and Benites (1977), from the following aspects: relationship arranger / editions, time signature, rhythmic figures, melody and form. It was concluded that the publication of this piece by lead reviewers of Barrios's work (Stover and Benites) not properly solved the intricate question of paraguayan music of the time signature, perhaps for lack of attention to dance context that formed the basis for the composition.
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