Artigo em periódico

Fonte: Revista Vórtex, ___(edição)___, 2021

Listening to/with Mar Paradoxo: a collective practice for sharing listenings

Gustavo Branco Germano, Alexandre Marino Fernandez, Daniel Tápia, Henrique Souza Lima, Lílian Campesato, Marina Mapurunga, Valéria Bonafé, Vicente Reis

Resumo

Este artigo apresenta uma metodologia experimental desenvolvida pelo coletivo Laura: Lugar de Pesquisas em Auralidade para abordar a escuta como uma experiência compartilhada. Como motivo para a aplicação dessa metodologia, selecionamos o trabalho Mar Paradoxo (Raquel Stolf, 2016), entendido como uma proposição que nos permite experimentar múltiplos modos de escuta. Para contextualizar nossa leitura do trabalho de Stolf, nos referimos ao conceito de otografia como um modo de abordar a experiência de escuta como algo que produz e é produzido por traços. Através da criação, compartilhamento e análise de relatos de escuta, delineamos diferentes modos pelos quais nossas escutas navegam. Esses modos nos ajudam a compreender a escuta como uma experiência multimediada e relacional, sempre singular e situada. Ao final, enfatizamos a presença do outro no sujeito de escuta, ressoando a tese de que a atividade de escuta é movida por um desejo de fazer nossa escuta escutada.

This paper presents an experimental methodology developed by the collective Laura: Place for Research on Aurality for approaching listening as a shared experience. As a motif for the application of this methodology, we take the work Mar Paradoxo (Raquel Stolf, 2016) as a proposition for experiencing multiple modes of listening. To contextualize our understanding of Stolf’s work, we refer to the concept of otography as a way of approaching the listening experience as something that makes and is made out of traces. By means of the production, sharing, and analysis of listening reports, we outline different modes through which our listening navigates. These modes help us understand listening as an experience that is multi-mediated and relational, singular and situated. In the end, we emphasize the presence of the other in the listening subject, resonating the thesis that the listening activity is driven by a desire of making one’s listening listened.

Seguir para site externo

Seu navegador será reencaminhado para a fonte do documento, porque o Amplificar não mantem cópias das referências. Caso o texto não seja carregado, por favor me notifique que ele está fora do ar e consulte sua disponibilidade no site oficial da fonte.