Comunicação oral
Fonte: Encontro Internacional de Música e Mídia, ___(edição)___, 2014
Juventude, corpo e produção de sentidos nos clipes de rock brasileiro dos anos 80
Gabriel Guimarães, Denise da Costa Oliveira Siqueira
Resumo
Os videoclipes ocupam um interessante lugar de repositório de representações sobre a juventude, seus corpos, seus gostos, suas emoções. Inicialmente ligados à grande indústria fonográfica, hoje, depois do advento das plataformas de compartilhamento de vídeos, podem ser caseiros e mesmo assim se tornar virais. O sucesso dos clipes musicais nas redes sociais é acompanhado por comentários passionais de fãs e críticos. O YouTube possibilita, assim como os blogs, a inserção de comentários do público. É nesse rico espaço “público” de comentários de clipes que se encontram possibilidades de construção e reconstrução de sentidos atravessados pela expressão das emoções. Com base nessas observações, neste artigo selecionamos dois videoclipes de rock brasileiro da década de 1980 a fim de apreender as representações criadas por comentários acerca dos gêneros musicais, o que revela afetividades e apropriações sensíveis coletivas que entremeiam maneiras de ouvir/ver música e interagir com os outros.
Video clips occupy an interesting place of repository of representations of youth, bodies, tastes, emotions. Initially linked to major music industry, today, after the advent of video sharing platforms, the clips can be homemade and still become viral. The success of music videos on social networks is accompanied by passionate comments from fans and critics. YouTube enables, as well as the blogs, the inclusion of public comments. It is this rich “public” space of comments of video clips that are possibilities for constructing and reconstructing new meanings traversed by the expression of emotion. Based on these observations, in this paper we selected two video clips of brazilian rock of the 1980s in order to study the representations in the comments made about the musical genres, something that reveals personal affections and collective appropriations that show ways of listening/watching music and interacting with others.
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