Artigo em periódico

Fonte: Revista Vórtex, ___(edição)___, 2022

Improvisation Pedagogy: An Epistemological Perspective of the 4‘E’ Model within Digital Musical Instruments

Isabela Corintha, Giordano Cabral

Resumo

Os últimos anos testemunharam o surgimento de muitos novos instrumentos musicais digitais (DMIs) e outras interfaces para expressão musical (NIME). Este artigo destaca uma teoria de fundo educacional de música bem estabelecida que acreditamos que pode ajudar os desenvolvedores e usuários de DMIs a entender melhor os DMIs no contexto da cognição e educação musical. De uma perspectiva epistemológica, apresentamos o paradigma da cognição musical enactiva relacionada à improvisação no contexto das habilidades e necessidades dos aprendizes de música do século XXI. Esperamos que isso possa levar a uma inserção mais profunda dos DMIs na educação musical, bem como a novos DMIs a serem idealizados, prototipados e desenvolvidos dentro desses conceitos e teorias damente. Abordamos especificamente a teoria geralmente conhecida como modelo de cognição dos 4E (incorporado, integrado, estendido e enactivo) dentro dos DMIs. O conceito de autopoiese também é descrito. Por fim, apresentamos alguns casos concretos de DMIs e NIMEs e descrevemos como a experiência de improvisação musical com eles pode ser vista pelo prisma de tais teorias.

Recent years have witnessed the appearance of many new digital musical instruments (DMIs) and other interfaces for musical expression (NIME). This paper highlights a well-established music educational background theory that we believe may help DMI developers and users better understand DMIs in the context of music cognition and education.From an epistemological perspective, we present the paradigm of enactive music cognition related to improvisation in the context of the skills and needs of 21st century music learners.We hope this can lead to a deeper insertion of DMIs into music education, as well as to new DMIs to be ideated, prototyped and developed within these concepts and theories in mind.We specifically address the theory generally known as the 4E model of cognition (embodied, embedded, extended and enactive) within DMIs. The concept of autopoiesis is also described. Finally, we present some concrete cases of DMIs and NIMEs, and we describe how the experience of musical improvisation with them may be seen through the prism of such theories.

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