Artigo em periódico
Fonte: Música Hodie, ___(edição)___, 2015
Estética da impureza na análise de duas obras de Gilberto Mendes
Rita de de Cássia Domingues dos Santos, Teresinha Prada
Palavras-chave
Resumo
Este artigo apresenta considerações em torno de duas obras de Gilberto Mendes (1922) sob os pressupostos da Estética da Impureza de Guy Scarpetta (1985) cuja teoria sustenta a preponderância da mistura nas obras de arte. Para Scarpetta, a vanguarda primou pela pureza de seus procedimentos, em oposição ao momento seguinte, no qual prevaleceu o manejo da transversalidade das referências. Für Anette (1993) e Issa (1995) foram escolhidas por serem da terceira fase composicional de Mendes, que teria sido marcada pela mistura de processos composicionais ao Minimalismo. É feita uma contextualização do Minimalismo em composições contemporâneas e um exame destas duas obras pelo viés analítico-musical de Warburton (1988), Schoenberg (1991) e Cervo (2005, 2007).
The impurity aesthetics in the analysis of two works of Gilberto Mendes
This paper presents considerations over two works of Gilberto Mendes (1922) under the perspective of Impurity Aesthetics by Guy Scarpetta (1985) whose theories support the tendency of technique blending in artworks. To Scarpetta, the avant-garde gave great value for the purity in its procedures, in opposition to the following moment, in which prevailed the handling of cross-cutting references. Für Anette (1993) and Issa (1995) were chosen because they are in the Mendes’ third compositional phase, which has been marked by a blending of compositional processes to Minimalism. A contextualization of Minimalism in contemporary compositions was made, as well as an examination of these two works by the analytical-musical point-of-view of Warburton (1988), Schoenberg (1991) and Cervo (2005, 2007).
Estética de la impureza en el análisis de dos obras de Gilberto Mendes
Este artículo presenta consideraciones en torno a dos obras de Gilberto Mendes (1922) bajo los presupuestos de la estética de la impureza de Guy Scarpetta (1985), cuya teoría sustenta la preponderancia de la mezcla en las obras de arte. Para Scarpetta, la vanguardia primó por la pureza de sus procedimientos, en oposición al momento siguiente, en el cual prevaleció el manejo de la transversalidad de las referencias. Für Anette (1993) e Issa (1995) fueron escogidas por ser parte de la tercera fase composicional de Mendes, que habría sido marcada por la mezcla de procesos composicionales al minimalismo. Se hace una contextualización del minimalismo en composiciones contemporáneas y un examen de las dos obras desde el marco analítico-musical de Warburton (1988), Schoenberg (1991) y Cervo (2005, 2007).
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