Artigo em periódico

Fonte: Musica Theorica, ___(edição)___, 2021

Compositional Strategies for Large-Scale Works Around 1600: Self-Quotation, Reworking, and Emulation in Giovanni Gabrieli’s Motets In ecclesiis, Benedictus es, Dominus and Alessandro Tadei’s Missa sine nomine

Bernhard Rainer

Resumo

Giovanni Gabrieli’s posthumously published motets In ecclesiis and Benedictus es, Dominus (Sacrae symphoniae ... liber secundus, 1615) show obvious characteristics of self- quotation and reworking. An analysis of the works focuses on a characteristic ascending- fifths sequence which has been called “Monte Romanesca” by Robert Gjerdingen who introduced the term for the eighteenth century. In this study, the term is expanded to include music from the end of the sixteenth century for the first time. Further analysis concentrates on motivic and modal connections as well as special harmonic features such as chromatic- third relationships. Additionally, several other works of the composer are considered, showing that Gabrieli built on highly sophisticated harmonic, motivic, and formal compositional strategies in his large-scale oeuvre. Also, apparent processes of imitation in the Missa sine nomine of Gabrieli’s pupil Alessandro Tadei suggest that the younger composer used either or both of his teacher's motets as a model. A comparative analysis of all three works provides further insight into compositional methods at the “dawn of the Baroque” era and sheds new light on what must have been a special teacher-student relationship.

Estratégias de composição para obras em grande escala por volta de 1600: autocitação, recomposição e emulação nos motetos In ecclesiis e Benedictus es, Dominus de Giovanni Gabrieli e na Missa sine nomine de Alessandro Tadei

Motetos de Giovanni Gabrieli publicados postumamente, In ecclesiis e Benedictus es, Dominus (Sacrae symphoniae ... liber secundus, 1615), apresentam claras características de autocitação e recomposição. Uma análise das obras enfoca uma seqüência característica de quintas ascendentes que foi chamada de "Monte Romanesca" por Robert Gjerdingen, por ele introduzida para a música do século XVIII. Neste estudo, o termo é expandido para incluir, pela primeira vez, música do final do século XVI. Outras análises concentram-se em conexões motívicas e modais, bem como aspectos harmônicos especiais, como as relações cromáticas de terças. Além disso, várias outras obras do compositor são consideradas, mostrando que Gabrieli utilizou estratégias harmônicas, motívicas e formais em suas obras de grande escala. Ademais, processos aparentes de imitação na Missa sine nomine de Alessandro Tadei, pupilo de Gabrieli, sugerem que o jovem compositor usou um ou ambos os motetos de seu professor como modelo. Uma análise comparativa de todas as três obras fornece mais informações sobre os métodos de composição no 'alvorecer da era barroca' e lança uma nova luz sobre o que deve ter sido uma relação especial professor-aluno.

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