Conferência

Fonte: Simpósio Brasileiro de Pós-Graduandos em Música, ___(edição)___, 2016

Como pensar a etnomusicologia hoje?

Kilza Setti

Palavras-chave

  • [Referência sem palavras-chave]

Resumo

No mundo atual, com a multiplicidade dos meios de informação que nos ajudam, mas também atordoam e confundem, parece razoável reconhecermos que já existe um consenso: teríamos retido vestígios dos saberes de civilizações da Antiguidade e acumulado – num sentido muito amplo – teorias do conhecimento dessas civilizações. Estudos sobre etruscos, fenícios, egípcios, gregos, povos do Extremo e Médio Orientes e Ásia Ocidental revelam que são antigas as preocupações em teorizar ou compreender razões, sentidos e funções da arte e da atividade musical. Esses povos já mostravam tendências para pesquisas e investigações – que viriam a resultar no que hoje poderíamos entender como uma proto-musicologia. Há de se reconhecer que tais civilizações adquiriram conhecimentos, elaboraram teorias e práticas, das quais – aceitemos ou não – somos herdeiros. O mundo ocidental acabou por assimilar a essência intelectual daqueles povos.

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