Artigo em periódico

Fonte: Debates, ___(edição)___, 2018

Comentários sobre a possibilidade de autopoiese da obra musical e sobre o performer como seu componente sistêmico

Valério Fiel da Costa

Resumo

Discussão a respeito da morfologia da Obra musical enquanto acontecimento sonoro, buscando estabelecer suas bases organizativas e estruturais, partindo do modelo de obra musical consolidado na Era Contemporânea e definido por Lydia Goehr (1992) como fenômeno histórico, emergente, regulatório e projetivo, e buscando, através de uma breve análise do conceito de ‘máquina autopoiética’ de Maturana e Varela (1980) entender de que modo e em que termos esta Obra musical contemporânea goehriana poderia ser descrita como uma entidade morfologicamente autônoma. No intuito de definir o objeto em questão são evocados os conceitos de estimulo, ação performática, efeito e nexo morfológico, como definidores da obra musical. Conclui-se que, em determinadas circunstâncias, a Obra musical pode adquirir autonomia em relação a seus agentes se a ação performática for considerada um componente maquínico.

Seguir para site externo

Seu navegador será reencaminhado para a fonte do documento, porque o Amplificar não mantem cópias das referências. Caso o texto não seja carregado, por favor me notifique que ele está fora do ar e consulte sua disponibilidade no site oficial da fonte.