Comunicação oral
Fonte: Encontro de Musicologia Histórica (UFJF), ___(edição)___, 2014
Acervos de documentos musicais em Minas Gerais: um universo entre a teoria e a prática
Modesto Flávio Chagas Fonseca
Palavras-chave
- [Referência sem palavras-chave]
Resumo
Na década de 1940, Francisco Curt Lange apresentou relatos sobre arquivos com manuscritos musicais localizados em Minas Gerais, cujas circunstâncias o tempo não foi capaz de promover grandes alterações. Paulatinamente a temática ganhou espaço no meio acadêmico e galgou patamares significativos, chegando a ser foco principal de um evento científico, como o foi no I Colóquio Brasileiro de Arquivologia e Edição Musical, realizado em 2003. A partir de uma percepção mais clara de sua relevância para o desenvolvimento da musicologia histórica brasileira, o tratamento documental de manuscritos e impressos musicais, a acessibilidade aos acervos e a ampla difusão de seu conteúdo se tornaram objeto de estudo em diversas pesquisas. Surgiram propostas de catalogação, diferentes técnicas para a digitalização e estudos sobre edição musical. Como que em um mundo à parte, incursões a campo revelam, na atualidade, um enorme mapa de acervos musicais em Minas Gerais, estes últimos completamente desprovidos de qualquer tipo de tratamento para seus respectivos fundos arquivísticos, resultado de uma aparente alienação às conquistas das ciências anteriormente mencionadas. É possível acreditar que hoje estamos diante novo desafio: encontrar estratégias que possam viabilizar uma ampla difusão dos resultados das reflexões e considerações desenvolvidas ao longo de muitos anos, e motivar a implementação do tratamento arquivístico; em outras palavras, colocar em prática a teoria.
Seu navegador será reencaminhado para a fonte do documento, porque o Amplificar não mantem cópias das referências. Caso o texto não seja carregado, por favor me notifique que ele está fora do ar e consulte sua disponibilidade no site oficial da fonte.