Comunicação oral
Fonte: Congresso Internacional da ABRAPEM, ___(edição)___, 2019
“Tocar, compor, arranjar e... da capo!”: a construção de uma linguagem idiomática em um repertório crossover para o contrabaixo acústico
Fausto Borém
Palavras-chave
Resumo
Reflexão sobre a interação de três processos musicais criativos - tocar, compor e arranjar - reunidos na figura do performer e observados durante a preparação de um repertório crossover (erudito + popular) e eclético (canção erudita, canção de musical da Broadway, blues, balada e samba). Este estudo é centrado na escrita idiomática do contrabaixo acústico na preparação de um recital de âmbito internacional. Discuto aqui (1) a heterogeneidade de se tocar nos sete registros do contrabaixo, (2) o contínuo e progressivo refinamento da notação na partitura a partir da experimentação no instrumento, (3) a utilização de instrumentos melódicos e harmônicos e do corpo humano como instrumentos de percussão, (4) a exploração da relação texto-música, (5) a redução das instrumentações originais (orquestra sinfônica, grupos de câmara, bandas de blues e rock) para grupos menores: duo (contrabaixo e voz), trio (contrabaixo, voz e piano) e quarteto (contrabaixo, voz, piano e percussão) e (6) a busca de novas técnicas estendidas.
“Playing, composing, arranging and... Da capo!”: the construction of an idiomatic language in a crossover repertoire for the double bass
Reflection on the interaction of three creative musical processes - playing, composing and arranging - reunited in the performer's figure and observed during the preparation of a crossover (classical + popular) and eclectic repertoire (classical song, Broadway song, blues, ballad and samba). This study focuses on the idiomatic writing for the double bass in the preparation of an international recital. I discuss here (1) the performance heterogeneity in the seven double bass registers, (2) the continuous and progressive refinement of music score notation departing from experimentation on the instrument, (3) the use of melodic and harmonic instruments and the human body as percussion instruments, (4) the exploration of the text-music relationship, (5) the reduction of original instrumentations (symphony orchestra, chamber groups, blues and rock bands) to smaller ensembles: duo (double bass and voice), trio (double bass, voice and piano) and quartet (double bass, voice, piano and percussion) and (6) the search for new extended techniques.
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